18.12.2019 - 09:50

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Mais de R$ 1 bilhão gastos com OSs motivaram prisão preventivas de investigados na Calvário

“Chama a atenção para o fato do Estado da Paraíba haver gasto com a CVB/RS (de 2011 a 2019) mais de R$ 980 milhões, e, com o IPCEP, mais de R$ 270 milhões (de 2014 a 2019)"



A decisão cautelar assinada pelo desembargador Ricardo Vital de Almeida que deflagrou a sétima fase da Operação Calvário na manhã desta terça-feira (17) informa que um dos motivos para que os dezessete investigados fossem presos preventivamente foi o fato de Governo da Paraíba ter gasto mais de R$ 1 bilhão com duas organizações sociais que gerenciavam a saúde na Paraíba.

“Chama a atenção para o fato do Estado da Paraíba haver gasto com a CVB/RS (de 2011 a 2019) mais de R$ 980 milhões, e, com o IPCEP, mais de R$ 270 milhões (de 2014 a 2019), o que reforça na sua ótica, a necessidade da prisão preventiva dos elencados investigados, para o fim de restabelecer a ordem pública e evitar a prática de novos delitos”, diz o documento.

Os alvos são Ricardo Coutinho, Estelizabel Bezerra de Souza, Márcia de Figueiredo Lucena Lira, Waldson Dias de Souza, Gilberto Carneiro da Gama, Cláudia Luciana de Sousa Mascena Veras, Coriolano Coutinho, Bruno Miguel Teixeira de Avelar Pereira Caldas, José Arthur Viana Teixeira, Breno Dornelles Pahim Neto, Francisco das Chagas Ferreira, Denise Krummenauer Pahim, David Clemente Monteiro Correia, Márcio Nogueira Vignoli, Valdemar Ábila, Vladimir dos Santos Neiva e Hilário Ananias Queiroz Nogueira.


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